Segundo o Centro de Defesa Cibernética do Ministério da Defesa, a ação de hackers pode manchar a imagem do país no exterior. Entre as principais ameaças que podem acabar com a Copa do Mundo no Brasil estão os ataques virtuais a bancos de dados. Quem afirma isso é o coronel Eduardo Wallier Vianna, do Centro de Defesa Cibernética do Ministério da Defesa, que falou sobre o assunto na última terça-feira (29), durante a Campus Party 2013.

“Vamos supor que alguém invada a base de dados do sistema de compra de ingressos da Copa do Mundo e comece a vender bilhetes em duplicidade. Centenas de pessoas chegariam ao estádio com ingressos falsos. Isso pode gerar confusão, tumulto, morte”.





Segundo Vianna, as manchetes decorrentes de uma situação desse tipo teriam o potencial de destruir a imagem do Brasil no exterior. Outra situação citada pelo coronel que pode gerar riscos ao país é um ataque ao sistema elétrico dos aeroportos nacionais, o que comprometeria o transporte de turistas entre os diferentes estádios nos quais as partidas da competição vão acontecer.


Para evitar problemas do tipo, o centro de defesa cibernética “identifica as áreas mais críticas, socializa informações e levanta casos ocorridos anteriormente, tentando ser pró-ativo”, explica ele. Vianna afirma que a conferência Rio+20 serviu como um teste para os desafios que serão enfrentados durante a Copa, já que na ocasião foi preciso lidar com tentativas de desfigurar sites oficiais relacionados ao evento.


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