Corey May esteve na Bienal do Livro do Rio para lançar HQ.
“Eu não quero falar sobre isso. Claro que eu lamento pela tragédia com esta família. Sei que há uma investigação correndo e não quero especular nada, não me sinto qualificado para falar sobre o caso”, declarou Corey May, criador da série de jogos 'Assassin’s Creed', apontado pela investigação da morte dos cinco integrantes da família Pesseghini, em São Paulo, como influência. O jovem Marcelo Pesseghini, de 13 anos, era usuário do jogo, e é apontado como principal suspeito de matar sua família e depois se suicidar. A declaração foi dada no início da tarde deste domingo (1) no quarto dia da 16ª Bienal do Livro no Rio, na Zona Oeste.
O autor, que esteve presente na feira para lançar a versão de história em quadrinhos homônima ao jogo, disse ainda que “as pessoas têm que entender que o jogo é uma simulação”. Ele acrescentou que talvez os jogos devessem ser destinados apenas para maiores de 18 anos, mas que “as pessoas que criam a classificação são especialistas no setor”. Sobre a diferença entre o jogo e a versão em HQ, o criador de Assassin’s Creed disse que viu a oportunidade de detalhar os personagens no livro.“Queríamos usar os livros para aprofundar mais nos personagens. É uma tremenda oportunidade de mandar muito conteúdo para as pessoas”.



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Respondendo a pergunta de um leitor que estava na plateia, ele disse que não pode escolher um personagem favorito, assim como uma mãe não pode escolher entre um filho ou outro. Corey May contou ainda que há um filme sendo desenvolvido inspirado na série.
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