Jeffrey Scudder trabalhava na CIA há quase 20 anos. No seu último trabalho teve a oportunidade de estar em contacto com documentos históricos da agência norte-americana. E isso levou-o a ser despedido. Scudder concluiu que os ficheiros históricos que tinha visto, de conflitos do passado, deviam ter sido divulgados ao público.

Por isso, efetuou um pedido ao abrigo do Freedom of Information Act – um mecanismo legal norte-americano que permite ou divulgar informações que são públicas que demorou quatro anos a ser apreciado. Alguns dos documentos foram divulgados ao público mas Jeffrey Scudder passou a ser perseguido pela CIA e pelo FBI.

Foi confrontado pelos seus supervisores por ter usado erradamente informação classificada, teve o FBI numa busca em casa e ficou sem os seus computadores. Finalmente, a CIA “obrigou-o” a sair da agência mantendo a sua pensão. “Para que é que foi este exercício? Pergunta Jeffrey Scudder de 51 anos ao Washington Post, afirmando que “Submeti um FOIA e isso destruiu a minha vida”. Se calhar divulgar documentos à revelia como fez Assange e Snowden é algo bastante mais prático.

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Com Hackers Portugal e Washington Post



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