PMDB sempre esteve no governo e agora é motivo de críticas de Jeferson Monteiro



O publicitário Jeferson Monteiro, criador do "Dilma Bolada", usou rede social para reclamar do governo Dilma. Alguns portais estão noticiando que ele deixou de apoiar a presidente. Será mais um 'alarme falso' ou ele realmente está fazendo como geral e pulando fora do barco que a cada dia que passa afunda mais num caminho sem volta? Até o momento tudo não passa de uma crítica...

Monteiro foi contratado pela Pepper, agência que faz guerrilha virtual para o PT e também administra o perfil da Dilma, por R$ 20 mil. Ele usava o Dilma Bolada para fazer boa propaganda do governo e atacar seus opositores, logicamente a origem deste dinheiro são os impostos que a sociedade paga ao governo que recebe com a prerrogativa de devolver ao povo com melhorias de vida para a sociedade de um modo geral mas não é exatamente isto que estamos vendo pois o governo está gastando muito dinheiro com publicidade na internet. Tudo com dinheiro público que poderia ser revertido para melhor condição de vida no Brasil.

Mas o governo preferiu investir esta grana para manipular a sociedade através das Redes Sociais.

Texto postado: “Afinal, para ela, só importa o apoio do PMDB e de parte do empresariado para que ela se mantenha lá onde está. Trocou o Governo pelo cargo. Não é o Governo que eu e mais de 54 milhões de brasileiros elegemos”, afirmou. Monteiro diz, ainda, se sentir traído. “Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”.



No começo do mês, a agência contratada pelo PT e que pagava Jeferson Monteiro, anunciou não pretender renovar seu contrato com o partido. Agora por qual motivo abririam mão de tanto dinheiro? Pense.

Diz que o apoio do PT ao PMDB o decepcionou, como se isso não tivesse acontecido nos últimos 13 anos; e como se a figurinha do Michel Temer como vice não tivesse aparecido ali no canto da urna quando todos os petistas apertavam o 13 e o confirma.

Qual a diferença entre o Jeferson Monteiro e o PMDB? PMDB mama nas tetas do governo. Jeferson também mamou. PMDB quer cargos/dinheiro para continuar apoiando Dilma. Jeferson também! Em 2014 chegou até deixar a Dilma Bolada em modo administrativo, poderia ser uma espécie de pressão no PT sobre a possível venda do personagem para agências de publicidade, inclusive teve divergências com Pedro Guadalupe, marketeiro digital, em uma possível negociação de venda do personagem.



Jeferson teria recebido oferta de R$ 500 mil reais. O negócio entre eles aparentemente não foi fechado.

Cabe a sociedade se atentar para a verdadeira fortuna que o governo gasta na internet pra manter o status quo. 

Sites alinhados ao governo receberam milhões das principais estatais brasileiras, lista completa:
http://www.anonymousbr4sil.net/2015/09/sites-alinhados-ao-governo-receberam.html


Mais:

A revista ÉPOCA descobriu que, em 2012, a Pepper montou uma operação intrincada no exterior para receber valores da construtora Queiroz Galvão. Meses antes, a empreiteira recebera do BNDES para financiar serviços na África. A Pepper criou, em nome de laranjas, a Gilos, uma offshore no Panamá. Criou também uma conta secreta na Suíça para movimentar a dinheirama de um contrato de fachada com a filial da Queiroz Galvão em Angola. A conta, cuja identificação é CH3008679000005163446, foi aberta por Danielle Fonteles no banco Morgan Stanley. Na ocasião, não foi declarada à Receita ou ao Banco Central.

OPERAÇÃO ACRÔNIMO

Neste ano de 2015, a Pepper esteve no noticiário por causa da Operação Acrônimo, que tem como um dos alvos principais o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), e a mulher dele, Carolina Oliveira. A Operação Acrônimo, conduzida pela Polícia Federal, apura suspeitas de desvio de recursos públicos para o financiamento de campanhas do PT. Em junho, por determinação do ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi realizada busca e apreensão na sede da Pepper, em Brasília, e em outras empresas.

As investigações começaram em 2014, depois de policiais federais terem apreendido um avião com R$ 113 mil a bordo. Próximo a Pimentel, o empresário do setor gráfico Benedito Rodrigues, o Bené, estava na aeronave. A Pepper apareceu no âmbito da Operação Acrônimo, entre outras razões, porque Carolina Oliveira trabalhou por 28 meses na empresa e recebeu um total de R$ 440.000 nesse período (anos de 2013 a 2014). A empresa também prestou serviços nessa mesma época ao BNDES e recebeu R$ 520 mil. Em um comunicado oficial, a Pepper nega qualquer irregularidade. Diz que todos os contratos foram legais e os preços compatíveis com os praticados no mercado.

O QUE É A PEPPER 

A Pepper, cuja proprietária é Danielle Miranda Fonteles, trabalha para o PT desde meados de 2010. Ajudou o marqueteiro João Santana, responsável pela campanha eleitoral que levou Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto. A empresa foi criada em 2008 para atuar nas redes sociais, desenvolvendo portais, sites e produzindo conteúdo para a web. Entre outros trabalhos e clientes da Pepper estão o portal Sou Agro e o site de notícias Metrópoles, que acaba de ser lançado em Brasília sob o comando do ex-senador Luiz Estevão.

Além da campanha eleitoral de Dilma, em 2010, a Pepper atuou em 2014 nas campanhas vitoriosas ao governo da Bahia, de Rui Costa (PT), e ao governo de Alagoas, de Renan Filho (PMDB). Em 2008, a empresa trabalhou para a então petista Marta Suplicy, que disputou (e perdeu) a eleição para a Prefeitura de São Paulo.

AnonymousBr4sil pode ter sido vítima de ataques oriundos destas agências.
Apoiamos o trabalho da Polícia Federal neste sentido! #DeixaaPFtrabalhar

Leia também Pepper, que faz guerrilha virtual para o PT, desiste de contrato de R$6,4 milhões por ano http://www.anonymousbr4sil.net/2015/09/pepper-que-faz-guerrilha-virtual-para-o.html 



Qual a diferença entre o Jeferson Monteiro e o PMDB? PMDB mama nas tetas do governo. Jeferson também mamou. PMDB quer...

Posted by AnonymousBrasil on Wednesday, September 30, 2015


























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